Mapa de cargos e níveis
Quem responde por quê, o que cada função entrega e quais são os níveis dentro dela. Junto sai o quadro de quem poderia assumir cada posto em um ano e o que falta para isso, revisado a cada semestre com a direção.

EstraviaVip é uma consultoria de recursos humanos em Goiânia — GO. Montamos o mapa de cargos e níveis, conduzimos a seleção interna e a passagem de função, organizamos a avaliação com retorno e plano de desenvolvimento, tocamos a escola de líderes e aplicamos a pesquisa de clima por área. Atendemos empresas de 40 a 400 funcionários.
Todos terminam em material que a empresa passa a usar sem a gente: mapa de cargos, roteiro de entrevista interna, formulário de avaliação, caderno da escola de líderes e relatório de clima por área. Podem ser contratados juntos ou avulsos.
Quem responde por quê, o que cada função entrega e quais são os níveis dentro dela. Junto sai o quadro de quem poderia assumir cada posto em um ano e o que falta para isso, revisado a cada semestre com a direção.
Regra de divulgação da vaga por dentro, roteiro de entrevista para candidato de casa e o roteiro de passagem: o que quem sai entrega, em quantos dias e com quem. Seleção externa entra quando a vaga não se resolve na casa.
Formulário por nível, calendário das conversas entre gestor e pessoa e uma folha por participante: o que já faz bem, o que vai praticar até o próximo ciclo e como se saberá que praticou.
Trilha escrita por cargo — coordenador de loja, líder de turno e encarregado de setor não aprendem a mesma coisa —, encontros de prática com situação trazida pelos participantes e material impresso por bloco.
Cada participante ganha um mentor da própria empresa, com encontro quinzenal de trinta minutos, roteiro de três perguntas e registro curto. Formamos também os mentores, em um encontro à parte.
Questionário sem identificação, roda de conversa por área e devolutiva com as respostas agrupadas por assunto, mais o plano de três ações com responsável e data de revisão.
A turma é pequena e o intervalo entre encontros é de propósito: é entre eles que a prática acontece, com o mentor acompanhando de perto.
Quem responde por quê, quem acompanha quem e quais postos ficam sem sucessor. Fecha com o mapa impresso na mão da direção.
A prática de pedir, combinar prazo e conferir sem assumir a tarefa do outro. Ensaiada em duplas, com caso real.
Como falar do que precisa mudar separando fato, efeito e pedido, e como ouvir a resposta sem fechar a conversa.
Atraso repetido, desentendimento entre dois colegas, recusa de tarefa. Cada participante conduz uma, os outros observam.
Como receber a pessoa nova, dividir o que ensinar e marcar a conversa do quinto dia sem atropelar a rotina.
Uma folha por participante, revisada com o mentor, e a conversa mensal marcada com o gestor direto.

Da turma aberta, que reúne líderes de empresas diferentes, ao programa fechado com mapa de sucessores e acompanhamento.
Falas de participantes e de quem os indicou, publicadas com autorização de cada empresa.
Eu refazia tudo que saía torto em vez de conversar. Levei três encontros para entender que isso ensinava a equipe a esperar que eu refizesse.
A conversa difícil que eu adiava havia meses saiu no ensaio. Na empresa, na semana seguinte, saiu em cinco minutos.
O mapa mostrou dois postos sem ninguém por perto capaz de assumir. Hoje tem duas pessoas em trilha para cada um.
O mentor de dentro da casa fez diferença. Conversa de trinta minutos a cada quinze dias com quem conhece o terreno.
Promovi três pessoas em cinco anos e nenhuma tinha recebido nada além de um aperto de mão e a chave da sala.
Respostas curtas para o que aparece em toda primeira reunião.
Turma pequena, para todo mundo conduzir pelo menos duas práticas por encontro. Acima disso o ensaio vira plateia, e ninguém aprende a conduzir conversa assistindo.
Quem já lidera e quem vai liderar nos próximos meses. Misturar os dois grupos funciona bem: quem está começando ouve o que já aconteceu, e quem lidera há mais tempo revê o próprio jeito.
Não, e em geral é melhor que não seja. Mentor de outra área conversa sem a cobrança do dia a dia, e o gestor direto entra na conversa mensal, que é outra coisa.
Acontece e é uma resposta legítima. O mapa de sucessores serve também para isso: descobrir cedo quem prefere seguir na função técnica, antes de a empresa contar com alguém que não quer o posto.
Não aplicamos teste de perfil nem damos nota. O que sai da trilha é um plano por pessoa, escrito com ela, e a observação de como conduziu as práticas.
Mapa das funções e dos possíveis sucessores, trilhas por cargo, os planos de desenvolvimento assinados e o caderno dos encontros, que fica para as próximas turmas.
Em uma conversa de uma hora, sem compromisso, ouvimos quem está na fila para assumir e devolvemos um desenho de trilha por escrito.
Conte quantos líderes há hoje, quantos devem assumir no próximo ano e como as equipes estão divididas.
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Segunda a sexta, das 10h30 às 19h30
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