Mapa de cargos e níveis
Quem responde por quê, o que cada função entrega e quais são os níveis dentro dela. Junto sai o quadro de quem poderia assumir cada posto em um ano e o que falta para isso, revisado a cada semestre com a direção.
Somos oito pessoas e trabalhamos com empresas de 40 a 400 funcionários que preferem promover gente de dentro: redes de loja, centros de distribuição, cozinhas industriais e operações de serviço com turno.

EstraviaVip é uma consultoria de recursos humanos com escritório em Goiânia — GO, aberta em 2015. Somos oito: cinco consultores que conduzem turmas e ciclos dentro do cliente, uma pessoa cuidando das pesquisas de clima, uma de material didático e a sócia fundadora, que veio da coordenação de um centro de distribuição e responde pelas propostas.
Atendemos empresas de 40 a 400 funcionários que preferem promover quem já está na casa: redes de loja e de alimentação, centros de distribuição, cozinhas industriais, transporte e serviços com turno. Metade delas nos chama quando alguém foi promovido sem preparo; a outra metade quando percebe que não tem sucessor para um posto que vai vagar.
O trabalho corre em ciclo: mapa de cargos, escolha das frentes, entrega por etapas e revisão semestral. Turma nossa tem no máximo doze pessoas e usa situação trazida pelos próprios participantes, com nomes trocados. Cada entrega sai em arquivo editável e em via impressa, e a empresa recebe também o material de quem conduz, para repetir a turma sozinha no ano seguinte.
Não fazemos folha de pagamento nem rotina de departamento pessoal, não damos parecer jurídico sobre demissão e não colocamos candidatos por comissão. Também não vendemos palestra de encerramento nem certificado de participação: o que entregamos é o plano de cada pessoa e o registro das conversas combinadas.
Empresas de 40 a 400 funcionários que promovem gente de dentro.
Cinco consultores, uma de pesquisa, uma de material, a sócia.
No máximo doze pessoas, com caso trazido pelos participantes.
Palestra de encerramento, certificado e parecer sobre demissão.
Todos terminam em material que a empresa passa a usar sem a gente: mapa de cargos, roteiro de entrevista interna, formulário de avaliação, caderno da escola de líderes e relatório de clima por área. Podem ser contratados juntos ou avulsos.
Quem responde por quê, o que cada função entrega e quais são os níveis dentro dela. Junto sai o quadro de quem poderia assumir cada posto em um ano e o que falta para isso, revisado a cada semestre com a direção.
Regra de divulgação da vaga por dentro, roteiro de entrevista para candidato de casa e o roteiro de passagem: o que quem sai entrega, em quantos dias e com quem. Seleção externa entra quando a vaga não se resolve na casa.
Formulário por nível, calendário das conversas entre gestor e pessoa e uma folha por participante: o que já faz bem, o que vai praticar até o próximo ciclo e como se saberá que praticou.
Trilha escrita por cargo — coordenador de loja, líder de turno e encarregado de setor não aprendem a mesma coisa —, encontros de prática com situação trazida pelos participantes e material impresso por bloco.
Cada participante ganha um mentor da própria empresa, com encontro quinzenal de trinta minutos, roteiro de três perguntas e registro curto. Formamos também os mentores, em um encontro à parte.
Questionário sem identificação, roda de conversa por área e devolutiva com as respostas agrupadas por assunto, mais o plano de três ações com responsável e data de revisão.
Falas de participantes e de quem os indicou, publicadas com autorização de cada empresa.
O mentor de dentro da casa fez diferença. Conversa de trinta minutos a cada quinze dias com quem conhece o terreno.
Promovi três pessoas em cinco anos e nenhuma tinha recebido nada além de um aperto de mão e a chave da sala.
A folha do plano tem o que eu vou praticar e como saber se pratiquei. Sem isso o encontro vira conversa boa e nada muda.
Aprendi a separar o fato do incômodo antes de falar. A equipe parou de se defender antes de eu terminar a frase.
Em uma conversa de uma hora, sem compromisso, ouvimos quem está na fila para assumir e devolvemos um desenho de trilha por escrito.